sábado, 17 de agosto de 2013
Área 51 revelada!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Zeppelins no Brasil?

O blog Cultura Aeronáutica traz interessante matéria sobre Zeppelins nos céus brasileiros.
Você sabia que viajar no Zeppelin era um luxo permitido para poucas pessoas. A passagem para a Alemanha era muito cara, algo equivalente a 10 mil Euros atuais (2011).
Confira todos os detalhes no site Cultura Aeronáutica, clicando aqui.
domingo, 31 de julho de 2011
Antes do radar...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Incrível história de invasão da União Soviética

Digna de menção é a história de Mathias Rust, um piloto amador alemão que, tendo apenas 19 anos de idade em 1987, alugou um Cessna para fazer a mais extraordinária aventura da sua vida: invadir o espaço aéreo da União Soviética e pousar em Moscou, em uma missão idealista de "promover a paz".
Confira os detalhes dessa narrativa no site Cultura Aeronáutica, clicando aqui.
sábado, 5 de março de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Constellation: uma história de contrabando em Araçatuba

Muito interessante é o caso dos contrabandistas de Araçatuba-SP, ocorrido no final da década de 60 e narrado com muita propriedade no blog Cultura Aeronáutica. Confira aqui esse episódio.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Senta a Pua!

Senta a Pua! é o símbolo e grito de guerra do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo suas origens na Segunda Guerra Mundial.
O símbolo foi criado pelo então Capitão Aviador, depois Major-Brigadeiro Fortunato Câmara de Oliveira, Comandante da Esquadrilha Azul, e todos os elementos do símbolo tem uma explicaçao:
- Faixa externa verde-amarela - o Brasil
- Quepe do avestruz - piloto da Força Aérea Brasileira
- Escudo - a robustez do avião P-47 Thunderbolt e proteção ao piloto.
- Fundo azul e estrelas - o céu do Brasil com o Cruzeiro do Sul
- Pistola - poder de fogo do avião P-47 Thunderbolt
- Nuvem - o espaço aéreo
- Fumaça e estilhaços - a artilharia antiaérea inimiga
- Fundo vermelho - o sangue derramado pelos pilotos na guerra
O avestruz, simbolo maior do Senta a Pua é um caso a parte, que merece uma explicaçao mais detalhada.

Abaixo, reproduzimos o depoimento do seu próprio criador, o Major-Brigadeiro Fortunato Câmara de Oliveira:
"....E lá em Nova York era aquele bando de gente com aquele quepe branco, pareciam mesmo avestruzes, e ainda por cima comendo as coisas mais disparatadas para o brasileiro: feijão com açúcar, leite em pó, café ralo parecendo um chá ... Nós comíamos aquilo, e só mesmo um estômago de avestruz para agüentar a dieta. Bom, isso é só uma introdução para dizer que durante a viagem no Colombie alguém disse: “ Nós precisamos bolar o nosso símbolo”, e na discussão, disseram: “A coisa que mais nos caracteriza aqui é o fato de nós sermos ‘avestruzes', comendo essas coisas”.
Todos acharam uma boa idéia, e ficou a pergunta: “Quem é mais parecido com avestruz aqui?”. “O Lima Mendes”, concordou o grupo. Aí eu pedi para o Lima Mendes pousar um pouquinho, fiz a caricatura dele, depois adaptei a cara do avestruz e acrescentei as cores , tudo com um significado especial. Então veio o termo ‘SENTA A PUA' , trazido pelo Tenente Rui Moreira Lima. ‘Senta a pua' era um termo do Norte, e o comandante dele chamado Capitão Firmino, mais conhecido como Firmino da Paraíba , toda vez que ia entrar em ação, fazer alguma coisa, dizia: “Senta a Pua !”. O Rui sugeriu: “Que tal ‘Senta a Pua' ?” e todos concordamos.
Estávamos ao redor de uma mesinha no navio: eu, Lima Mendes, Rui, o Meira - se não me engano- então eu desenhei o símbolo. Tem a nuvem, que é o chão do avião, o vermelho que é o céu de guerra, o escudo que representa o cruzeiro do sul ... Armei o avestruz com uma pistola que era o “tiro”, depois botei o quepe. Quando nós entramos em combate e começamos a ‘levar tiro' dos alemães, fizemos mais um “flak” (explosão) estourando perto do avestruz. É essa a história do ‘Senta a Pua': muito simples e eu acho que engraçada também ... bem humorada. ”

Fonte: Edu Explica
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Piloto russo encontrado mumificado

A história do piloto russo Michail Gavrilov, desaparecido em 1942, encontrado intacto em um pântano russo 68 anos depois impressiona.
Em Abril 1942 o Tenente russo Michail Gavrilov já era um piloto experiente. Havia participado de várias missões com seu IL-2, e abatido várias aeronaves alemãs. Condecorado por bravura em batalhas aéreas, tinha apenas 26 anos de idade, casado e com 1 filho.
As aeronaves Ilyushin IL-2 Sturmovik e seus pilotos são consideradas as que tiveram participação mais decisiva na Segunda Guerra Mundial, sendo cruciais para conter os avanços alemães no front soviético. Durante a Segunda Guerra foram fabricados mais de 36.000 IL-2, tornando-o o modelo de avião de guerra mais produzido da história. Sua cabine não era blindada, o que ressaltava ainda mais a coragem e heroísmo de seus ocupantes.
E aquele 30 de Abril de 1942 foi um dia comum no front soviético, novamente vencido pelos Sturmovik IL-2 e seus corajosos pilotos, que abateram 36 aviões alemães, e perderam apenas 9.
Porém, uma destas perdas permaneceu envolta em mistério durante décadas. O IL-2 de Gavrilov, após reportar uma situação de ataque a um acampamento inimigo na região de Demyannsk, simplesmente desapareceu. Os restos da aeronave nunca foram encontrados. Teria sido o avião capturado ? Teria Gavrilov desertado ?
Em Abril de 2010, um grupo de militar de sondagem que trabalhava na região encontrou um caça russo "enterrado" em um pântano, e após vários dias de escavação esclareceu mais um fragmento da História da Segunda Guerra Mundial: O IL-2 de Gavrilov e seus restos mortais, extremamente bem conservados após 68 anos de espera.

O Tenente Gavrilov ainda vestia sua Farda, Capacete e Botas de batalha, mas não estava com sua Identificação, Arma, Pára-quedas e nem Relógio, o que significa que o avião foi encontrado logo após abatido e saqueado.
A identificação do Tenente foi feita pelo Código do avião, Número de Série do motor e pelo fato de estar ocupando a cabine do piloto da aeronave.
Hoje supõe-se que ao atacar o acampamento inimigo, o IL-2 de Gavrilov foi atingido por uma bateria anti-aérea, obrigando-o a fazer um pouso forçado.
A resposta se Gavrilov morreu durante o pouso ou se foi executado em solo pelos alemães será dada pelos peritos. Um triste fim para um importante membro da mais corajosa equipe de pilotos da Segunda Guerra.
O caso de Gavrilov não foi o único. Em 2008 o piloto Boris Lazarev foi encontrado em sua aeronave durante sondagens de uma empresa de Topografia.
Os pântanos europeus possuem alta concentração de Tanino, que inibem a proliferação de bactérias. Por isto os corpos são naturalmente "mumificados", permanecendo intactos durante centenas de anos.
Veja as fotos do piloto e de onde foi retirado do fundo do pântano 65 anos após o acidente que o vitimou.















Mapa da Região de Demyansk, local do desaparecimento de Gavrilov: Exibir mapa ampliado
(Colaboração do Stenio, que enviou a matéria via e-mail, sem citação de fonte, a qual, segundo leitores é o Rio Blog.)
sábado, 23 de outubro de 2010
23 de outubro: Dia do Aviador!

Este gênio criativo nasceu em 20 de julho de 1873, em Palmira, hoje chamada Santos Dumont, em Minas Gerais.
Ele viu pela primeira vez um balão aerostático numa feira, na cidade de São Paulo, em 1888. Ali mesmo sentiu a sensação de subir com um balão às alturas, que somente aos pássaros era possível.
Depois da morte de seu pai, em 30 de agosto de 1892, mudou-se para Paris, na França. Correu atrás dos seus sonhos e conseguiu em 22 de março de 1898, em sua primeira ascensão aerostática.
Decidido a aperfeiçoar seus balões, fez em julho sua primeira ascensão livre com o balão de nome "Brasil", que mandou construir para seu uso pessoal. No mesmo ano, ainda em 18 de setembro, realizou a primeira experiência com o seu balão dirigível nº 01, sendo a primeira vez que um motor à explosão, adaptado a um veículo aéreo, funcionava no ar.
Na primeira tentativa de decolagem, chocou-se contra as árvores, pois decolou a favor do vento, conforme foi convencido pelas pessoas que assistiam.
Dois dias depois, a 20 de setembro de 1898, decolou contra o vento, conforme sua concepção. Para espanto da assistência, pela primeira vez na história da humanidade, um balão evolui no espaço, propulsionado por um motor a petróleo. Após este evento, aperfeiçoou, sua criação nos dirigíveis 2 e 3.
Até o balão dirigível nº 14, houve uma infinidade de experiências diversas que o deixaram famoso. A sua hélice e o motor serviram para as primeiras experiências com o aeroplano nº 14 Bis.
Entre os dias 25 de julho e 23 de outubro de 1898, no Campo de Bagatelle, em Paris, voou perante a Comissão Fiscalizadora do Aeroclube da França, ganhando a taça ARCH-DEACON, por realizar o primeiro vôo de aparelho mais pesado que o ar. Posteriormente, ele criou o nº 16, usando um motor.
Santos Dumont subvencionava suas atividades aeronáuticas com seu próprio dinheiro. Em 1901, encher um balão de 620 metros cúbicos com hidrogênio custava-lhe aproximadamente US$ 500,00.
Mais tarde foi transformado em biplano. No nº 18, a principal experiência foi um deslizador aquático e a tentativa foi demonstrada no Rio Sena.
Ele estava inclinado a crer que a verdadeira função dos veículos aéreos consistiria no transporte rápido de passageiros, correspondências e cargas. Santos Dumont tentou levar o mundo a partilhar de suas
idéias em vão.
Os homens mais eminentes não as aceitavam e a imprensa, noticiando os seus desastres, apelidava-o de "Santos Desmonta". Em 1902, entretanto, o Príncipe de Mônaco se ofereceu para construir um hangar, caso Santos Dumont quisesse levar os seus dirigíveis para Monte Carlo, durante o inverno.
Santos Dumont aceitou. O jovem brasileiro, com o seu ar afável e negligente, era visto em jantares com o Príncipe de Mônaco e em ceias com os grandes banqueiros. No mar, as embarcações faziam cortejo em sua honra. Célebres corredores de automóvel aceleravam os seus carros na estrada do litoral, chegando a ultrapassar 60 quilômetros por hora, para acompanhar o seu vôo.
Depois de muitas experiências com aparelhos que eram metade avião, metade balão, Santos Dumont galgou novos êxitos. Em 1906 deu ao mundo a primeira demonstração pública de vôo num aparelho "mais pesado que o ar". (Os irmãos Wright só vieram a voar publicamente em 1908.)
Criou depois os primeiros monoplanos bem sucedidos, construídos de bambu e seda japonesa que não pesavam, incluindo motor e aviador, mais que 110 quilos, os Libélulas.
Em 1909, resvalando pelas cercas e pelas copas das árvores na sua segunda Libélula, bateu um novo recorde, ao alcançar 95 quilômetros num percurso de oito quilômetros. Foi seu último triunfo.
Já em 1909, a aviação começava a escapar das mãos dos inventores para as dos engenheiros e mecânicos. Nos hangares, Santos Dumont encontrava homens mal-educados.
Os homens da aviação só pensavam em corridas e pequenos concursos para ganhar prêmios. Para um homem com a educação requintada e os ideais de Santos Dumont, isso era intolerável. E, por este motivo, retirou-se da arena.
Como ganhador do prêmio Nobel, Santos Dumont acreditava que as suas invenções haviam de tornar tão terrível a guerra, que os homens não pensariam mais nela. Tal convicção sofreu um rude golpe quando foi declarada a Primeira Grande Guerra Mundial. O aeronauta isolou-se na sua casa, nos arredores de Paris, onde sofreu acessos de neurastenia, atribuindo a si a responsabilidade pelo conflito.
Nos anos que se seguiram ao Armistício, cada desastre de aviação avivava a sua crença de que a dádiva que fizera ao mundo era, na realidade, uma invenção infernal.
Voltando de navio para o Brasil, em 1928, ele presenciou um avião da Condor caindo no mar, matando seus tripulantes. Santos Dumont assistiu aos funerais e, depois, encerrou-se por vários dias num quarto de hotel.
Quando aconteceu o desastre do dirigível R.101, tentou se suicidar. Desde então, os parentes e amigos passaram a exercer estreita vigilância à sua volta. Durante a Revolução Paulista de 1932, Santos Dumont via passar, pelos céus de sua terra natal, a máquina concebida por ele, sendo utilizada como poderoso instrumento de destruição.
Aquele era o mesmo tipo de aeroplano que, um dia, dera a triunfante volta na Torre Eiffel! Um dos sobrinhos que sempre o acompanhava deixou-o sozinho por alguns momentos. Ao voltar, não mais o encontrou com vida.
Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá. Desistiu da vida com a mágoa de ver seu invento, criado para servir, sendo usado para destruir o homem.
Seu coração se encontra no salão nobre da Academia da Força Aérea, em Pirassununga, em artístico escrínio de ouro, para que os oficiais que lá se formam possam sentir sua nobreza e seu pulsar indefinidamente, nos corações de todos os brasileiros.
ÚLTIMA CARTA DE SANTOS DUMONT
"São Paulo, 14 de julho de 1.932
Meus patrícios. Solicitado pelos meus conterrâneos mineiros moradores neste Estado, para subscrever uma mensagem que se reivindica a ordem constitucional do pais, não me é dado, por motivo de moléstia, sahir do refugio a que forçadamente me acolhi, mas posso, ainda, por essas palavras escriptas, affirmar-lhes, não só o meu inteiro applauso, como também o apello de quem tendo sempre usado a gloria da sua Pátria, dentro do progresso harmônico da humanidade, julga poder dirigir-se em geral a todos os seus patrícios, como um crente sincero em que os problemas de ordem política e econômica, que ora se debatem, somente dentro da lei magna poderão ser resolvidos, de forma a conduzir a nossa Pátria á superior finalidade dos seus altos destinos. Viva o Brasil unido! Santos Dumont"
Reprodução do apelo de próprio punho de Santos Dumont, dirigido aos seus patrícios, aplaudindo o movimento em prol da constitucionalização da nossa Pátria.
Este documento foi escrito pelo glorioso brasileiro, pouco antes de sua morte precipitada pela ação dos aeroplanos a serviço da Ditadura.
Fonte: Velhos Amigos
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
O XF-11 de Hughes

Howard Robard Hughes, Jr. (24 de dezembro de 1905 – 5 de abril de 1976) foi um aviador, engenheiro, industrial, produtor de cinema, diretor cinematográfico e um dos homens mais ricos do mundo.
Ficou famoso ao quebrar o recorde mundial de velocidade em um avião, construir aviões, produzir o filme Hell's Angels e por se tornar dono de uma das maiores empresas aéreas norte-americana, a TWA.
Howard sempre teve uma paixão por aviões, além de pilotar aprendeu sozinho sobre sua engenharia. Howard desenvolveu seu primeiro avião chamado H-1 (ou Hughes H-1 Racer) em 1935 por sua empresa, a Hughes Aircraft Corporation.
Hughes desenvolveu dois projetos para uso do exército americano. O avião espião XF-11 e o avião de carga Hércules (conhecido como "Spruce Goose", por ser feito de madeira).
Ao testar o primeiro avião, o XF-11, Hughes quase morreu em um acidente aéreo ao cair com o avião nas vizinhanças de Beverly Hills.


Seu projeto mais famoso talvez tenha sido o H-4 Hércules. Ao construir este gigantesco hidroavião, Hughes bateu mais um record, o do hidroavião com a maior envergadura da história. Apelidado como Spruce Goose , seu propósito inicial foi bélico.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Casos incríveis de sobreviventes em acidentes aéreos

Só 14 anos e toda uma vida pela frente para se perguntar por que foi a única sobrevivente entre os 153 passageiros do acidente do avião da Air Yemenia que caiu no oceano Índico.
Nos últimos cinquenta anos, as pessoas que se converteram em únicos sobreviventes de um acidente destas características mal superam a dezena. Esta é uma compilação dos dez casos mais conhecidos:
1-James Polehinke, salvo entre as ferragens (2006)
O avião no qual trabalhava James Polehinke se espatifou em agosto de 2006 com 51 passageiros a bordo. Morreram todos menos ele, que foi resgatado dentre a ferragem retorcida pelo pessoal do aeroporto de Blue Grass, em Kentucky (EUA). Polehinke ficou gravemente ferido, cortaram-lhe a perna esquerda e sofreu danos cerebrais. Devido ao impacto, não recorda nada do que aconteceu.
2-Erika Delgado, outra menina milagre (1995)
Em 13 de janeiro de 1995, um DC-9 com 52 pessoas a bordo caiu na localidade de Maria La Baja, Colômbia, quando se dirigia a Cartagena. Uma menina de dez anos chamada Erika Delgado foi a única sobrevivente. Um fazendeiro da zona resgatou-a do avião após ouvir seu choro. A menina estava consciente e só tinha quebrado um braço.
3-Martin Farkas, salvou-se por estar no banheiro (2006)
O tenente Martin Farkas salvou-se da morte porque estava no banheiro do avião. Segundo as investigações, este fato salvou-lhe a vida junto aos outros 42 colegas que viajavam no avião Antonov sinistrado na Hungria em janeiro de 2006. Sofreu contusão cerebral e danos nos pulmões. Mesmo assim teve forças para chamar a sua mulher pelo celular minutos após o acidente. Ainda aturdido, explicou que o avião tinha caído e que devia avisar os serviço de emergência.
4-Cecelia Cichan, encontrada junto a seus pais (1987)
Tinha 4 anos quando seu avião caiu no oeste de Detroit (EUA), em agosto de 1987. Dos 155 passageiros a bordo só ela sobreviveu. As equipes de resgate encontraram-na amarrada em seu assento a vários metros dos restos do avião, próxima dos corpos de sua mãe, seu pai e seu irmão de seis anos. Os investigadores não encontraram explicação. Após superar o trauma, formou-se em psicologia.
5-Vesna Vulovic, a aeromoça que caiu do céu (1972)
O caso desta aeromoça sérvia é rodeado de mistério. Vesna Vulovic ainda conserva o recorde Guinness da pessoa que sobreviveu a maior queda sem para-quedas, após sair com vida do acidente que precipitou o avião ao solo desde 10.000 metros de altura em janeiro de 1972. Morreram 27 pessoas. Um homem tirou Vesna com vida dentre os restos do aparelho, e apesar das terríveis feridas, conseguiu sobreviver e hoje é uma espécie de heroína nacional na Sérvia. Recentemente foram publicadas algumas informações que asseguravam que o avião voava a baixa altura e foi derrubado pelo exército checo.
6-Phai Bun, um vietnamita com sorte (1997)
Em novembro de 1997, o vôo 815 da Vietnã Airlines caiu quando se aproximava do aeroporto de Phnom Penh, no Camboja. Dos 66 ocupantes, 65 morreram no ato. O único sobrevivente foi um garoto vietnamita chamado Phai Bun. Minutos após o acidente dezenas de pessoas chegaram até os restos do avião para roubar qualquer objeto de valor. Alguém encontrou o garoto.
7-Juliane Köpcke, um assento na selva (1971)
A história de Juliane Köpcke já rendeu dois filmes e recorda muito o argumento de "Lost". Em 24 de dezembro de 1971, o avião no qual viajava se desintegrou em pleno ar com 93 passageiros a bordo (morreram todos). Juliane, que tinha então tinha 17 anos, foi arremessada junto a seu assento e caiu sobre as frondosas copas das árvores do Amazonas, que amorteceram a queda. Quando acordou, após várias horas inconsciente, estava no chão, sentada sobre sua poltrona e no meio da selva. Durante dias encontrou os restos do avião e dos passageiros mortos estendidos ao longo de muitos quilômetros. Após nove dias vagando pela selva foi encontrada por um camponês.
8-Neil James Campbell, caiu sobre o mar (1973)
O vôo 816 da PanAm caiu em julho de 1973 logo após decolar de Auckland, na Nova Zelanda. Poucos segundos após levanta voo o avião precipitou-se sobre o mar e morreram 78 de seus 79 ocupantes. Do único sobrevivente sabe-se que se chamava Neil James Campbell e que viajava na classe turística.
9 - Francesca Lewis, salva pelas malas (2007)
O acidente de Francesca Lewis não foi em um grande avião comercial, senão em um Cessna que se espatifou contra um vulcão no Panamá no ano 2007. Os outros três ocupantes do aparelho morreram no acidente, mas Francesca conseguiu sobreviver ao impacto e a vários dias na selva graças a malas caíram sobre ela e a protegeram do frio e do impacto.
10-Sergei Petrov, a sorte do copiloto (1997)
Em dezembro de 1997, um vôo charter procedente de Tajiquistão se espatifou contra as dunas do deserto nos Emirados Árabes. Morreram os 85 ocupantes e só se salvou o co-piloto, de 37 anos, graças a cabine que foi a parte que menos danos sofreu. As investigações determinaram que ele se salvou porque seu assento foi o único que não soltou com o impacto.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Caproni Ca.60 Noviplano.
Link.
Essa talvez seja uma das aeronaves mais estranhas já criadas, o bote voador italiano Caproni Ca.60 Noviplano. Ele possuía nove asas e podia acomodar até 100 passageiros. Para ajudar a decolar com os 100 passageiros e suas nove asas, ele possuía oito motores.
O avião tinha 10 metros de altura – cerca de três andares – e apenas 25 metros de comprimento. Olhando assim dá para perceber que ele não deveria ser muito fácil de voar e realmente não era. Ele decolou apenas uma vez, subiu cerca de 20 metros antes de se acidentar no dia 4 de março de 1921.
Havia muito lastro de chumbo na aeronave e provavelmente esse causou com que a aeronave baixasse muito a parte frontal e mergulhasse na água. Com muita sorte o piloto de testes sobreviveu a queda
Fonte: Cavok.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Projetos incríveis!
































